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	<title>Rei da Cocada Preta &#187; conhecer</title>
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	<description>Humor, games, internet na veia, dicas, dinheiro na web e downloads grátis! Pitadas de tecnologia. Coisas legais. Gamemaníacos. Fala sério! Vida Online. Contos e histórias. Dicas. Favoritos. Fotos e Vídeos.</description>
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		<title>Petrópolis &#8211; um belo lugar para se conhecer com a família no Rio de Janeiro, mesmo em dia de chuva! (dica de turismo)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 00:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reidacocadapreta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje estive em Petrópolis e foi ótimo o passeio, saí com a família em um domingo chuvoso de novembro para visitar a cidade Imperial, andamos de charrete, visitei mais uma vez a casa gigantesca de D. Pedro II e da imperatriz Leopoldina, dei um pulo rápido na catedral e fomos até o Palácio de Cristal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje estive em Petrópolis e foi ótimo o passeio, saí com a família em um domingo chuvoso de novembro para visitar a cidade Imperial, andamos de charrete, visitei mais <img class="alignright size-full wp-image-3787" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="Coroa-D-PedroII" src="http://www.reidacocadapreta.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Coroa-D-PedroII.jpg" alt="Coroa-D-PedroII" width="164" height="220" />uma vez a casa gigantesca de D. Pedro II e da imperatriz Leopoldina, dei um pulo rápido na catedral e fomos até o Palácio de Cristal onde tomamos um café com um brownie delicioso, foi um excelente programa com minhas lindas. Tive um olhar crítico desta vez na casa de D. Pedro II, a história do Brasil não é exatamente uma história de heróis como muitos de nós sabemos, mas uma história de exploração e espoliação por parte de Portugal desde o descobrimento, a coroa de D. Pedro de 2 kg de ouro, 67 pérolas, 680 brilhantes e toda a riqueza vista naquela casa mostra uma ostentação as custas do povo brasileiro. A escravidão é uma dura realidade que talvez alguém com um coração melhor como a filha de D. Pedro, Isabel a princesa teve um papel importante para libertação desta triste realidade. Bem voltando ao passeio depois de divagar um pouco, Petrópolis é uma linda cidade com centenas de opções de passeio e um clima agradável e muito verde. Um lugar para se visitar e conhecer um pouco mais da história do Brasil e passear com a família mesmo em um dia de chuva. Fica a dica.</p>
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		<title>Você é carioca?! 50 coisas que fazem parte do viver e ser carioca, se você vive no RJ pelo menos uma faz parte da sua vida</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 22:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reidacocadapreta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Descubra aqui 50 coisas que fazem parte do dia-a-dia do carioca! Se você é do RJ pelo menos em uma você se encaixa. 1 – TOMAR UM CAFEZINHO NO BALCÃO A gente ama café e recebe de braços aberto novidades com laivos de baunilha ou musgo, próprias para degustação. Mas cafezinho tem de ser tomado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra aqui 50 coisas que fazem parte do dia-a-dia do carioca! Se você é do RJ pelo menos em uma você se encaixa.</p>
<p>1 – <strong>TOMAR UM CAFEZINHO NO  BALCÃO</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2642" style="border: 1px solid black; margin: 5px;" title="cafezinho" src="http://www.reidacocadapreta.com.br/wp-content/uploads/2009/01/cafezinho.jpg" alt="" width="210" height="160" />A gente ama café e recebe de braços aberto novidades com  laivos de baunilha ou musgo, próprias para degustação. Mas cafezinho tem de ser  tomado em balcão de botequim, em xícaras de louça grossas como as do Lamas.  Frescura é bom e a gente gosta &#8211; mas na hora do cafezinho, não. No máximo, um  pingado com leite&#8230; </p>
<p>2 – <strong>TER UMA HISTÓRIA PESSOAL DE ASSALTO  PRA CONTAR</strong></p>
<p>Essa, lamentavelmente, é fácil. Vai do cordão de ouro  arrancado do pescoço no ônibus ao seqüestro-relâmpago que aquela prima sua  sofreu, passando pelo assalto no sinal, com arma de brinquedo (ou não&#8230;) na  cabeça. Tem também roubo de relógio e de celular. Essas histórias, sejam numa  festa, no trabalho ou no bar, têm audiência emocionante e profundamente  respeitosa. Até alguém surgir com um caso mais cabeludo, é claro.</p>
<p>3 –  <strong>ORGULHAR-SE DE TER SOBREVIVIDO A PELO MENOS DOIS DOS ITENS  ABAIXO</strong>:</p>
<p>( ) A guerra na Rocinha em 2004<br />
( ) As enchentes de  1966, 1988 e 1996<br />
( ) O Rock In Rio I<br />
( ) A final da Copa de 1950</p>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">( ) O massacre de Vigário  Geral</span></div>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">( ) A chacina da Candelária</span></div>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">( ) A queda do Palace II</span></div>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">( ) O naufrágio do Bateau  Mouche</span></div>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">( ) O incêndio do Edifício  Andorinhas</span></div>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">( ) O fim da Colombo de Copacabana,  o fechamento da Cavé e do Bar Simpatia, a demolição do Solar Monjope e do  Palácio Monroe, a transformação do Pathé em Igreja Evangélica e a do Copacabana  em Academia de Ginástica</span></div>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;"></p>
<p>4 &#8211; <strong>IR AO  MARACANÃ</strong></p>
<p></span><img class="alignleft size-full wp-image-2643" style="border: 1px solid black; margin: 6px;" title="maracana" src="http://www.reidacocadapreta.com.br/wp-content/uploads/2009/01/maracana.jpg" alt="" width="240" height="180" />Arrastão, briga, flanelinha, calor senegalês: nada  disso parece importar. Quando se trata do maior estádio de futebol do mundo,  carioca de verdade deixa a razão de lado, segura na mão de Deus e vai – nem que  seja uma vez só. A vibração da galera (descrita sempre como indescritível)  transformou o Maracanã num ícone urbano. Mas atenção, só vale se for para ver  futebol. Papai Noel, Madonna, Tina Turner, Papa e tais não contam.</p>
<p>5  – <strong>COMBINAR UM PROGRAMA SEM A MENOR INTENÇÃO DE  CUMPRIR</strong></p>
<p>Atire a primeira pedra quem nunca mandou um “vamos nos  falar amanhã para marcar aquele jantar” ou um “Passa lá em casa para um café”  sem estar exatamente torcendo pela concretização do programa. O pessoal de fora  odeia – e até está certo. &#8220;A gente se vê&#8221;.</p>
<p>6 – <strong>VER UM SHOW  NA PRAIA</strong></p>
<p>É de graça, não tem muvuca (quer dizer, tem, mas ela se  desfaz areia afora), a cerveja dos ambulantes é barata. Mas o cenário, lindo,  lindo, é o que faz toda diferença.</p>
<p>7 – <strong>Passar horas na fila  para comprar ingressos com antecedência para o “Festival do  Rio”.<br />
</strong><br />
Parece coisa de paulista (ou mineiro, baiano, paraense,  pernambucano&#8230; Gente que se programa com alguma antecedência, enfim). A  diferença é que, mesmo depois do sufoco, o carioca pode desistir de ver o filme  na hora: “Ah, fui à praia e acabou me batendo uma  preguiça&#8230;”</p>
<p>8 – <strong>ESBARRAR EM UMA  CELEBRIDADE E NEM LIGAR</strong></p>
<p>O Rio em si é uma estrela que sempre  atraiu estrelas. Por que, então, ficar todo serelepe quando o Chico Buarque  adentra o restaurante? Ou a Malu Mader? Ou o Romário? Até porque nove entre dez  celebridades nacionais vivem aqui. Ah, quem apenas finge que não está nem aí  ainda tem muito chão a percorrer até atingir a genuína carioquice.</p>
<p>9  – <strong>FAZER O PEDIDO NO BAR LAGOA SEM PRECISAR OLHAR O  CARDÁPIO</strong></p>
<p>Carioca praticamente nasce conhecendo de cor o menu do  Bar Lagoa. Sabe que o bife à milanesa e o salsichão com salada de batata são AS  pedidas – e, no segundo caso, sabe que é mais pela salada de batata, cheia de  mistérios em sua preparação.</p>
<p>10 – <strong>CONHECER ALGUÉM QUE  ESTEVE NA FINAL DAS ELIMINATÓRIAS DA COPA DE 1970</strong></p>
<p>Neste dia, o  Maracanã bateu recorde de público, abrigando mais de 180 mil pessoas. As  histórias são as mais escabrosas, gente espremida nas arquibancadas, túneis do  estádio congestionados, calor insuportável&#8230; Mas dá uma inveja  danada.</p>
<p>11 – <strong>MATRICULAR-SE PELO MENOS UMA VEZ NUMA  ACADEMIA</strong></p>
<p>Não dá para agüentar a visão de corpos fantásticos que  desfilam diante de nós sem sonhar em ficar, no mínimo, parecido. E, no caso,  sonhar custa uma matrícula e uma mensalidade. Procurar uma academia, contar para  todos os amigos, freqüentar (mal) durante um tempo e cair fora já  vale.</p>
<p>12 – <strong>APLAUDIR O PÔR-DO-SOL NO POSTO  9<br />
</strong><br />
Este é um mico do qual, há décadas, não dá para escapar. Mas,  sejamos parciais: é dis micos mais simpáticos que há, e a cara do verão no Rio.  Confessa, vai: em algum momento da sua vida você já aplaudiu o Sol no 9 – nem  que tenha sido com a desculpa de acompanhar a galera.</p>
<p>13 –  <strong>SUBIR A PEDRA DA GÁVEA</strong></p>
<p>Taí um programa que vale como  passaporte para a carioquice. Com amigos, com instrutores, com a namorada&#8230; só  sabe do que estamos falando quem já esteve lá em cima.</p>
<p>14 –  <strong>INCORPORAR GÍRIAS DA MALANDRAGEM</strong></p>
<p>“Perdeu”, “já é”, “é  nóis”, “vaza”. Os puristas de-tes-tam, não sem razão, mas&#8230; Perdeu: a gíria  carioca que dribla a concordância, nasce nas ruas, com a malandragem. A  democracia em versão carioca faz com que os filhos das melhores famílias se  sirvam das gírias bandidas sem pudor. Um “vaza” aqui e um “já é” ali violam o  vocabulário da turma. Depois, o resto do Brasil imita.<br />
15 – <strong>COMER UM PODRÃO DE  MADRUGADA</strong></p>
<p></span><img class="alignleft size-full wp-image-2644" style="border: 1px solid black; margin: 6px;" title="podrao" src="http://www.reidacocadapreta.com.br/wp-content/uploads/2009/01/podrao.jpg" alt="" width="230" height="258" /><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">Sabe de alguém que morreu depois de comer um  cachorro-quente com queijo parmesão, milho, ervilha, cebola, batata-palha,  passas e ovo-de-codorna? Pois é. Podrão é ótimo, especialmente em madrugada de  muita gandaia e pouca grana. Carioca chama o dono das kombis que o vendem pelo  apelido e vive atrás de novidades na baixa gastronomia urbana, que é  extensíssima.</p>
<p>16 – <strong>TER UMA PRAIA</strong></p>
<p>Como não ter  uma praia no Rio? São muitas e são lindas, mas cada um elege a sua, e defende  com unhas e dentes as qualidades superiores que ela tem. O povo do Pepê, por  exemplo, não vai à praia em Ipanema jamais.</p>
<p>17 – <strong>GARIMPAR NO  SAARA</strong></p>
<p>Precisa ter fôlego para percorrer vielas quentes,  apertadas, lotadas de consumidores ávidos, entre a rua Uruguaiana e o Campo de  Santana, no Centro. Horas depois volta-se para casa com sacolas e sacolas cheias  de flores de plástico, camisas costuradas em 1974, anáguas que viram saias,  cortinas de plástico para banheiro, tapetes de grama artificial etc etc etc.  Tudo por uns R$50, no máximo.</p>
<p>18 – <strong>ADORAR FILÉ COM  QUEIJO</strong></p>
<p>Esqueça o salmão defumado com com cream cheese na  ciabatta. Ignore o brie com damascos e não dê a menor bola para o prosciutto, as  endivias e a focaccia. O sanduíche perfeito do carioca leva filé mignon, queijo  derretido e, no máximo, uma rodela de abacaxi, como na imbatível versão do  Cervantes.</p>
<p>19 – <strong>DAR A VOLTA NO FLANELINHA :8</strong></p>
<p>É  um rito de passagem fundamental, pois nada se compara à felicidade de arrancar  com o carro sem perder suados tostões para os marmanjos que loteiam as ruas. Se  ajudassem, ok. Se prevenissem assaltos, melhor. Mas é só dar as costas que os  caras somem. Dar a volta no flanelinha funciona como terapia e um ritual de  iniciação para quem quer ostentar o título de carioca.</p>
<p>20 –  <strong>CONVIDAR PARA A SUA CASA ALGUÉM QUE VOCÊ ACABOU DE  CONHECER</strong></p>
<p>Sem dúvida, um monumento à carioquice. Dos mais  bacanas, por sinal, como cadeira na calçada em dias de muito calor e chopinho  depois do trabalho. Mais bacana ainda quando o convite não é apenas gentileza de  ocasião.</p>
<p>21 – <strong>VIVER ESBARRANDO EM  CONHECIDOS</strong></p>
<p>Você vai comprar um remédio na farmácia da esquina e,  pimba! Lá está aquele colega de trabalho. Segue para aquela caminhada na praia  e, voilà!, esbarra na ex-namorada. Não tem muita explicação, é coisa de  balneário. Ainda bem.</p>
<p>22 – <strong>TER TOMADO UM PORRE DE BATIDA DO  BAR DO OSWALDO</strong></p>
<p>Os mais novos podem não saber disso, mas o bar do  Oswaldo, perto da famosa rua dos motéis, na Barrinha, teve dias de glória. A  docíssima batida de coco, digno exemplar da era que antecedeu o boom da  gastronomia, é um ícone.</p>
<p>23 – <strong>LEVAR UMA CANTADA DE UM  OPERÁRIO DE OBRA</strong></p>
<p>Essa é para as mulheres: a cidade tem muitos  canteiros de obras, os rapazes trabalham entre parceiros do mesmo sexo, o calor  é grande&#8230; sabe como é. Levar uma cantada deles é tão comum que chega a ser  frustrante jamais ter ouvido um “Você é a nora que mamãe pediu a Deus” – isso  nos casos mais elegantes, claro.</p>
<p>24 – <strong>FICAR SABENDO DOS  PROGRAMAS NA PRAIA</strong></p>
<p>Só fica em casa quem não encarou o teste da  areia, nem que tenha sido à tardinha, só para se informar.</p>
<p>25 –  <strong>IGNORAR OS PANFLETEIROS</strong></p>
<p>É como dar a volta no  flanelinha, mas com culpa, muita culpa – afinal o cara esta trabalhando, e  passar o dia em pé distribuindo papeizinhos na calçada não deve ser mole. A  questão é que carioca não tem tanta jóia para atender aos reclames de “Compro  Ouro” nem está tão a perigo a ponto de acreditar nos panfletos de “trago a  pessoa amada em três dias”. CHEGA!</p>
<p>26 – <strong>COMER O CABRITO DO  CAPELA</strong></p>
<p>Um clássico tão clássico que é anterior ao surgimento da  palavra colesterol. Pode até pesar no estômago; no bolso pesa muito pouco pois o  cabrito do Capela é facilmente divisível por três.</p>
<p>27 – <strong>PEDIR  CHOPE SEM COLARINHO</strong></p>
<p>Não precisa repetir, a gente sabe que chope  que é chope TEM colarinho. Está bem, é a espuma que mantém o sabor e a  temperatura, blábláblá, patati-patatá, etc. Mas e daí? De repente, é a impressão  de ter o copo mais cheio. Ou, quem sabe, o gosto do carioca é apenas diferente.  O fato é que aqui se pede chope sem espuma, ponto final. E não se fala mais  nisso.</p>
<p>28 – <strong>ORGULHAR-SE DO TEATRO  MUNICIPAL</strong></p>
<p>Por causa daquela escadaria, daqueles mármores,  daquela abóbada&#8230; O Municipal é chiquérrimo e tem uma programação popular  exemplar.</p>
<p>29 – <strong>SE PERDER A CAMINHO DE  BARRA DE GUARATIBA</strong></p>
<p>Os amigos fazem mapas e dão referências, mas  quem vai pela primeira vez a um restaurante por lá acaba se perdendo – seja  porque esqueceu de virar na placa de “vendo mel” ou porque se encantou com a  paisagem.</p>
<p>30 – <strong>TER A SUA LOJA DE SUCOS  PREFERIDA</strong></p>
<p>Não, não são todas iguais. Nem os sucos são sequer  parecidos. Tem aquelas onde o de manga, por exemplo, vem mais ralo. Tem outras  onde, por mais que se peça o contrário, a bebida vem com açúcar. Tem as caras e  as baratas; as limpinhas e as sujas. Não interessa; cheias de personalidade, as  lojas de suco são todas diferentes. Descobrir qual é a sua é um exercício de  cidadania carioca.</p>
<p>31 – <strong>SONHAR COM O DIA QUE O METRÔ VAI  CHEGAR À ZONA SUL E À BARRA<br />
</strong><br />
Precisa explicar por  quê?</p>
<p>32 – <strong>IR À PRAIA MESMO COM O MAR  POLUÍDO</strong></p>
<p>Carioca, carioca mesmo, não consegue acreditar que possa  pegar uma doença em águas tão queridas. Coliformes? Língua Negra?  Hã?</p>
<p>33 – <strong>TER BOAS LEMBRANÇAS DO TEMPO EM QUE O MATE E O LIMÃO  SÓ ERAM VENDIDOS EM GALÕES DE ALUMÍNIO<br />
</strong><br />
“Olha o mate, olha o  limão!” Carioca de verdade não esquece o grito da legião de ambulantes que  equilibrava os barris nos ombros e servia os refrescos em cones de  papel.</p>
<p>34 – <strong>VER UMA DAS CAPIVARAS DA  LAGOA</strong></p>
<p>Não porque ficou de tocaia, mas porque mora no Rio e não  raro uma das duas capivaras esta lá, à disposição do olhar. O macho mora em  frente ao Parque do Cantagalo e pode ser visto no começo da tarde. A fêmea mora  perto do Vasco e aparece ao crepúsculo.</p>
<p>35 – <strong>ALMOÇAR SALGADO  E REFRESCO A R$2,00<br />
</strong><br />
Sabe aquele papo de “não tenho tempo pra nada”?  Pois é a melhor desculpa para saborear – é, saborear! – a onipresente promoção  do “salgado e refresco a R$1”. Nada melhor do que uma boa desculpa para cair de  boca na junk food à carioca. A tal promoção está em todos os botequins, em todos  os bairros. Escolha a sua e boa sorte.</p>
<p>36 – <strong>TOMAR SUSTOS  FREQÜENTES COM A BELEZA DA CIDADE</strong></p>
<p>Basta lembrar da saída to  Túnel Rebouças na Lagoa. Ou do momento em que o carro entra na avenida que  margeia a Baia de Guanabara, na Urca. Ou do oceano visto do Elevado do Joá. Ou  da Praínha surgindo na estrada para Grumari. Essas paisagens são velhas  conhecidas e, no entanto, continuam nos surpreendendo.</p>
<p>37 –  <strong>COMER PIZZA NO BALCÃO DA GUANABARA</strong></p>
<p>A pizza servida no  balcão é melhor do que a servida na varanda (o salão, todo mundo sabe, é para  turistas). Analistas sérios dizem que é porque ela chega mais rápido para quem  está de pé. E discutem isso no balcão da Guanabara, claro.</p>
<p>38 – <strong>PASSAR UMA NOITE  INTEIRA NO JOBI<br />
</strong><br />
A noite começa cheia de boas intenções: “Não vou  beber, vou chegar cedo em casa, amanhã de manhã vou dar uma caminhada&#8230;” Ta  bom. Aos poucos, os chopes gelados do Jobi vão chegando, os amigos idem e a  vontade vai amolecendo. Resultado: uma noite inteira no bar. Na saída,  encontramos o sol a pino e os sobreviventes da Pizzaria Guanabara, que fica no  quarteirão anterior.</p>
<p>39 – <strong>IMPLICAR COM OS  PAULISTAS</strong></p>
<p>Por causa do “cinqüêêêinta”, dos “vou estar ligando”,  dos “então”, dos “mano” e das “mina”. Por causa dos erres e dos esses. Por causa  da mania de trabalho. Por causa da Hebe e do Maluf. Por causa das marginais, das  enchentes, dos “engarrafamêintos”, do Ô LOCO MEU&#8230;</p>
<p>40 – <strong>INVEJAR O VIGOR DA  VIDA CULTURAL DOS PAULISTAS</strong></p>
<p>Por causa da bienal, das exposições  da Oca, do Masp, da sala de concertos da Estação Julio Prestes, da Pinacoteca do  Estado. Por causa das boites de gente moderna, das bandas modernas, dos bares  modernos, da Semana de Arte Moderna de 1922.</p>
<p>41 – <strong>IR A UM ENSAIO DE  ESCOLA DE SAMBA</strong></p>
<p>Não precisa ter ido ao Sambódromo. Prometer para  si mesmo que vai conhecer, um dia, já é suficiente. Mas ensaio de escola de  samba, na quadra, com amigos e muita cerveja gelada, cercado pelo pessoal da  comunidade&#8230; Ah, isso é essencial.</p>
<p>42 – <strong>COMPRAR O BISCOITO  GLOBO NO ENGARRAFAMENTO</strong></p>
<p>No resto do país, o povo gosta de dizer  que o carioca não trabalha. Lenda, lendíssima: carioca trabalha muito! E faz  milhões de coisas ao mesmo tempo – inclusive aproveitar sinal fechado para  comprar Biscoito Globo. Ou aqueles canudinhos, dá (quase) no  mesmo.</p>
<p>43 – <strong>TER CERTEZA DE QUE O RIO É A CIDADE MAIS LINDA DO  MUNDO MESMO QUE NÃO CONHEÇA NENHUMA OUTRA<br />
</strong><br />
Alguma  dúvida?</p>
<p></span><img class="aligncenter size-full wp-image-2645" title="riodejaneirogostodevoce" src="http://www.reidacocadapreta.com.br/wp-content/uploads/2009/01/riodejaneirogostodevoce.jpg" alt="" width="455" height="341" /><br />
44 – <strong>ABASTECER A DESPENSA NUMA LOJA DE  CONVENIÊNCIA</strong></p>
<p>É caro, mas o posto de gasolina fica logo ali e não  tem hora para fechar. E “logo ali” e “não tem hora para fechar” são convites  irresistíveis para um carioca.</p>
<p>45 – <strong>IR À FEIRA DE SÃO  CRISTÓVÃO</strong></p>
<p>Antes, o problema era a sujeira. Depois da reforma, a  questão crucial virou a autenticidade: muitos acham que a Feira de São Cristóvão  perdeu as raízes nordestinas. O fato é que a gente ama a feira. Onde mais comer  carne-de-sol e queijo coalho às 5h?</p>
<p>46 – <strong>TER ALGUMA COISA,  QUALQUER COISA, COMPRADA NUM CAMELÔ DA SETE DE SETEMBRO  OU DA  URUGUAIANA</strong></p>
<p>É errado? É. Incentiva a economia informal?  Incentiva. Mas, da mesma forma que os nova-iorquinos compram suas meias nas  ruas, os cariocas adoram assuntar os camelôs. Tem sempre uma novidade, de  canetinhas transadas ao DVD que acabou de um filme que acabo de  estrear.</p>
<p>47 – <strong>SABER QUE&#8230;</strong></p>
<p>&#8230; O Metropolitan  se chama Claro Hall<br />
&#8230; A Rua Vinícius de Morais se chama Montenegro<br />
&#8230;  Copacabana é Copa e Ipanema não é Ipa<br />
&#8230; O Baixo Leblon não é perto do  Melt<br />
&#8230; O Circo Voador nunca mais será o mesmo<br />
&#8230; Praia não é  orla</p>
<p>48 – <strong>ODIAR&#8230;<br />
</strong><br />
&#8230; Dia de  chuva<br />
&#8230; Cinema tradicional dividido em salinhas menores<br />
&#8230; Cartaz de  farmácia tampando a fachada de prédios antigos<br />
&#8230; Praia suja<br />
&#8230; Cerveja  quente<br />
&#8230; Sinal fechado</p>
<p>49 – <strong>RECONHECER QUE O PAN VAI  GERAR EMPREGOS E DINHEIRO MAS, NO FUNDO, NÃO LEVAR MUITA FÉ<br />
</strong><br />
Você  está ansioso pela abertura das bilheterias? Pois é. Os Jogos Pan-Americanos de  2007 vão gerar empregos e a cidade vai ficar mais limpa (e, quem sabe, mais  segura). Mas a gente não tem vocação para organizar torcidas para esporte que  não seja futebol.</p>
<p>50 – <strong>SENTIR O MAIOR ALÍVIO QUANDO O AVIÃO  ATERRIZA NO GALEÃO OU NO SANTOS DUMONT</strong></p>
<p>Porque, apesar de tudo (e  bota tudo nisso) o Rio ainda é o Rio.</p>
<p></span></div>
<h5><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana;">(texto retirado da internet &#8211; post complementado e ilustrado)<br />
</span></h5>
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