Vote em Warcraft Frozen Throne para Rei da cocada preta dos PCs

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1. Warcraft Frozen ThroneWarcraft Frozen Throne
Este jogo de RPG é realmente um dos jogos de RPG´s Online em tempo real que vieram para ficar no mercado de games PC, a dinâmica das partidas em modo multiplayer são alucinantes, você precisa escolher dentre quatro povos ou raças que compõem o universo de Warcraft, ORCS, UNDEADS, HUMANOS E ELFOS, para poder jogar online, é necessário duas licensas adquiridas em uma loja de games, para você poder se conectar ao site da Blizzard, BattleNet, você encontrará pelo menos 50.000 partidas online rolando sempre no BattleNet, por assim dizer um dos servidores de games online mais estáveis do mundo. Quem jogar Warcraft pela primeira vez dificilmente larga o osso, sempre vai querer continuar jogando, há evolução da sua conta no BattleNet de acordo com suas pontuações. Escolhendo sua raça preferida você Partida online poderá evoluir em habilidades de heróis, povo, construções tornando-se um adversário cada vez mais forte para enfrentar seu oponente, seja na LAN, ou na Internet, é preciso ter paciência para saber atacar e defender a base e seu povo. Warcraft é tão customizável que foi criada uma versão baseado no jogo chamado DOTA, onde você pode baiá-lo aqui http://www.getdota.com . E o Frozen Throne você precisa comprá-lo para poder jogar online no BattleNet.

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Vote em World of Warcraft para Rei da cocada preta dos games PC

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2. World of Warcraft com expansão Burning Crusade
The Burning Crusade” é, sem dúvidas, a expansão de maior sucesso instantâneo já vista. Atualmente,Tauren muito brabo - porrador, decepador de cabeças, minotauro? É um tauren com machado na mão “World of Warcraft” tem oito milhões de jogadores e, destes, 2,4 milhões compraram o pacote nas primeiras 24 horas de lançamento. Mas a expectativa ao redor da expansão é tão grande quanto o sucesso, e alguns podem até questionar se a Blizzard está em busca de lucro
fácil ou se o game de fato possui qualidade suficiente para honrar aqueles que têm se divertido com o RPG online.

Para a sorte geral, a produtora acertou a mão novamente, com as montarias aéreas, a renovação do PvP (sigla em inglês para os combates entre jogadores), o sistema de arenas e um novo mundo e uma série de outras novidades que acrescentam ainda mais fôlego a “World of WarCraft”.

Lar dos Orcs

A expansão tem como palco o continente de Outland, que traz as únicas terras habitáveis do antigo lar dos Orcs, conhecido como Draenor, local explorado também pela expansão de “Warcraft II”. Outland agora é comandada por Illidan Stormrage - que, por sua vez, é um dos heróis de “Warcraft III” -, que colabora na destruição da Burning Legion e teve papel decisivo na expansão “The Frozen Throne”.

Como é possível perceber, “The Burning Crusade” faz muitas referências às versões anteriores da saga, como a “instance” (as masmorras de “World of WarCraft” chefiada por Lady Vashj, a nova morada dos Blood Elves, a prisão de Maiev Shadowsong etc.

A expansão introduz duas novas raças: Draenei, para a Aliança, e Blood Elves, para a Horda. Os Draenei (”os Exilados”, em sua língua) migram de planeta em planeta, buscando um lugar pacífico, tendo um dia chegado a Draenor (”O Refúgio dos Exilados”). Ali, se aliaram aos Orcs e aprenderam sua arte xamã, prosperando por muito tempo; mas, graças à corrupção dos Orcs pela Burning Legion, tiveram que fugir outra vez, fazendo uma parada forçada em Azeroth.
Nova raça na expansão Draenei e Blood Elves…
A área inicial dos Draenei é toda baseada na queda da nave e em seu efeito no ecossistema local. Criaturas pacíficas se transformaram em aberrações e insetos ficaram gigantes, tudo por causa da radiação emitida pela nave e sua fonte de energia - os cristais. Aliás, para os Draenei tudo é feito de cristal, e isso lhes rende um bônus na nova profissão trazida por “The Burning Crusade”: a “jewelcrafting”, que permite criar anéis, colares etc. O visual dos Draenei mistura patas de cavalo, rabo escamoso e uma testa com formato de cristais; eles são bem esquisitos, mas é bom para quebrar o clima europeizado da Aliança. Os Draenei se desdobram em seis classes, dentre as quais Shaman, até então exclusiva da horda.

Já os Blood Elves são os antigos High Elves, que depois de terem seu reino atacado por Arthas e sua fonte de poder destruída, se tornaram desesperados por novas fontes de magia. Em meio ao desespero, o Príncipe Kael’thas Sunstrider ensinou a todos uma maneira de sugar a energia dos ambientes, até mesmo energia demoníaca para conseguirem manter saciada sua sede por magia.

A prática culminou na expulsão do Príncipe da Aliança. Agora, os Blood Elves se aliaram à Horda para alcançar Outland e se unirem ao seu príncipe outra vez. A área inicial da raça é, possivelmente, a mais incrível de “World of Warcraft”: além dos cenários belíssimos, você terá como área de “quests” a cidade da Scourge, igual a “Warcraft III”, com direito a Ziggurats e Slaughter Houses. Mesmo que você não goste da Horda, não pode deixar de visitar.

Enquanto os Draenei se envolvem com tecnologia avançada e cristais, os Blood Elves apóiam-se completamente na magia: sua cidade possui vassouras que se mexem sozinhas, vasos flutuantes e decoração em tons de vermelho e dourado. Os Blood Elves são muito belos, dando um ar mais sutil à Horda e suas raças feias de doer - além disso, podem ser da classe Paladin, anteriormente exclusiva da Aliança.

As mudanças de Outland
Este jogo é muito louco, viciante e sinistro!!!!
A parte principal da expansão é Outland, em suas sete zonas e tudo
que nelas está. Cada zona possui temática própria e cobre uma certa faixa de nível com quests, monstros e instances. As quests de Outland se mantêm fiéis ao formato de sempre, e centenas de novas permitem alcançar o nível máximo de experiência, sem se resumir a matar monstros. Apesar de a maioria ser parecida com as antigas de Azeroth, em alguns momentos você encontrará quests únicas, como a Bombing Run, na qual você voa numa montaria “em trilhos”, jogando bombas em monstros.

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Outland também traz várias instances novas, divididas em pedaços menores de forma similar a Scarlet Monastery ou Dire Maul. O resultado são várias instances que podem ser executadas de 60 a 90 minutos, em média, facilitando a vida dos jogadores casuais e agradando mais os viciados.

Instances também mudaram em design: agora possuem menor quantidade de monstros, mas os que existem oferecem um desafio bem maior; e os cenários são maiores, fazendo com que você não se enjoe tão facilmente. A dificuldade das instances novas é variável: ao atingir o nível 70, você poderá ir a qualquer instance de Outland no Heroic Mode, aumentando a dificuldade e a qualidade dos equipamentos providos.

Um dos pontos de maior controvérsia é o fato de as “Raids” terem diminuído de 40 para 25 pessoas. As opiniões se dividem, mas unir 25 pessoas é bem mais fácil do que unir 40, tornando as Raids acessíveis aos jogadores menos assíduos. “The Burning Crusade” traz uma Raid de dez pessoas e seis de 25 pessoas, sendo que duas destas serão implementadas apenas em atualizações futuras.

As montarias aéreas são exclusivas aos que atingirem o nível 70 e se mostram bem úteis: muitos lugares só são acessíveis através delas, que podem parecer muito caras de início, mas em Outland é bem mais fácil conseguir dinheiro. O único problema é só poder guiá-las em Outland - segundo a Blizzard, o mundo original de “World of Warcraft” não está preparado para montarias voadoras e seria necessário reprogramar o jogo todo para tornar isso possível. É claro que todos nós esperaremos, um dia, podermos voar em Azeroth, mas seria uma tarefa extremamente difícil de ser realizada.

O velho sistema de reputação com facções, que sempre deu recompensas que não valiam o tempo gasto, continua o mesmo, mas com a vantagem de agora ter recompensas que são mais interessantes. Todos os itens de Outland são absurdamente mais poderosos, criando um abismo entre aqueles que os possuem e quem não tem a expansão.

Aliança versus Horda

Até agora o World PvP só rendia uns poucos pontos de honra e nem valia a pena se dedicar a ele, mas em Outland existem quests baseadas no recurso e você pode conseguir bônus temporários ou “tokens” para trocar por bons equipamentos, simplesmente matando sua facção inimiga.

Foi aberto um novo “battleground”, o Eye of the Storm: combinando os estilos capture-and-hold e capture-the-flag, aqui aqueles com nível acima de 60 lutam pela posse de quatro torres e, ao mesmo tempo, disputam uma única bandeira, que dá pontos extras.

Mas a grande inovação na briga entre jogadores é o sistema de arena: você cria uma equipe de até cinco pessoas, dá título e um “tabard” e luta em mapas onde quem sobreviver por último ganha. Perfeitas pra quem gosta de matar só por matar, as arenas ainda rendem equipamentos poderosíssimos para os melhores grupos do ranking.

Interface melhorada

A interface sofreu algumas melhorias, mas a maior adição é o “Looking For Group”, através do qual você pode procurar grupos para instances e quests mais facilmente. Porém, ainda existem muitas modificações feitas por usuários via mods e que poderiam muito bem fazer parte da interface original, como timers para totems, janelas e botões móveis, entre outros; fora que “World of Warcraft” se apóia muito no sistema de guildas e nem um Guild Bank possui.

O visual de Outland está muito bem feito, desde os cogumelos incríveis de Zangarmarsh até as montanhas de Shadowmoon Village. Os modelos estão visivelmente com bem mais polígonos, o que deixa tudo mais detalhado, bastando reparar nos monstros e armas. Mesmo assim, dava para ser melhor: faltaram efeitos especiais em muitos momentos, como névoa e brilho de cenário, e algumas texturas estão com poucaFazendo um foguinho no final da noite… resolução. A Blizzard diz que, no futuro, pretende liberar um pacote de melhorias gráficas, e esperamos que realmente o faça, pois é possível melhorar sem precisar aumentar a configuração mínima.

O som, como sempre, traz músicas bem feitas e que colaboram com a atmosfera, sem falar nos efeitos sonoros dos ambientes e das batalhas. Foi adicionada uma opção de aceleração de hardware para som, mas não parece fazer diferença no resultado final.

Alto impacto

Nas semanas que precederam o lançamento, o impacto da expansão já era sentido dentro do jogo. NPCs das novas raças apareceram nas cidades, jogadores que ainda não haviam atingido o nível mínimo de entrada no Dark Portal estavam tentando desesperadamente consegui-lo e os canais de chat estavam repletos de conversas sobre como a Horda seria com Paladins ou a Aliança com Shamans. A economia das casas de leilão enlouqueceu completamente, pois os jogadores ignoraram os leilões de equipamentos para superfaturar os itens necessários para o novo jewelcrafting.

Pouco antes de “The Burning Crusade” chegar às lojas parecia que existiam só dois tipos de jogador em Azeroth: aqueles que planejavam comprar a expansão em breve e aqueles que madrugaram na fila para comprar a expansão e não queriam esperar para mostrar seus novos itens, pets, montarias etc. Cidades tradicionalmente tumultuadas como Ironforge e Orgrimmar, de repente, se esvaziaram, pois todos tinham ido para Outland.

Ass áreas iniciais das raças antigas pareciam estar no mesmo estado, pois todos com uma leve vontade de criar um novo personagem correram para as áreas dos Draeneis e Blood Elves. O resultado, obviamente, foi que o novo sistema de respawn proporcional à densidade demográfica do local não foi suficiente para fornecer monstros para tanta gente fazer quests ao mesmo tempo, tornando o jogo um exercício de paciência. Para completar, alguns servidores caíram em certos momentos por excesso de jogadores.

Muitas da quests iniciais de Hellfire Peninsula dão como recompensa itens incomuns ou raros que, a não ser que você possua itens épicos das masmorras do jogo original, significam uma melhoria massiva na capacidade do seu personagem. O resultado é a diminuição do abismo de performance entre personagens super-equipados e os normais, fazendo com que instances e quests sejam desafios equilibrados entre todos.

Talvez o efeito mais estranho seja que, nos servidores PvP, havia uma espécie de trégua entre Aliança e Horda; todos estavam tão envolvidos com suas quests que nem se preocuparam em atacar uns aos outros. Agora, passada a euforia do lançamento, Azeroth está aos poucos voltando ao normal. As novas áreas iniciais são prazerosas de jogar, os preços dos materiais para jewelcrafting estão caindo aos poucos, as quests já podem ser executadas da maneira prevista e vários jogadores nível 70 já são vistos em suas montarias voadoras pelos céus.

Este jogo pode ser baixado via Internet no site da Blizzard, mas é necessário você ter um cartão de crédito internacional para assiná-lo, se não me engano é U$ 15,00 por mês.
http://www.worldofwarcraft.com

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Vote em Need for Speed para Rei da cocada preta dos games PC

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3. Need for Speed
A marca registrada de Need for Speed depois da criação de Hot Pursuit foi a inserção de perseguições policiais, dando aos jogadores a opção de dirigir carros fora de série e exóticos ao redor do mundo. Apesar do novo visual, corridas com equipe e no canyon a jogabilidade e o estilo do novo jogo continuam os mesmos.
Need for Speed
Depois de jogar e analisar detalhadamente Need for Speed Carbon, fica fácil entender o que fascina os fãns dessa série. Ainda que falte realismo nos carros e corridas, como por exemplo, a possibilidade de fazer curvas a mais de 200 km/h, coisa que seria impossível de ser feito no mundo real sem fazer uma visita a São Pedro. Apesar disso, sobra muita emoção, adrenalina e belas disputas e, se isso não bastasse, o jogo conseguiu agregar o que jogos de corridas não possuíam, até então, que é o verdadeiro caráter de seqüência das histórias que foram contadas nos jogos anteriores, além de nos apresentar um flashback de corridas anteriores. O jogo esclarece e conta as corridas em forma de história, deixando claro que a EA deu vida aos jogos de carros de corrida. Agora não apenas se tem a experiência de correr, mas também nos oferecem a oportunidade de acompanhar uma história muita bem feita e contada, respeitando-se, é claro, as limitações de ser um jogo de corrida.

Carbon começa onde Most Wanted acaba, quando você recupera seu carro roubado e foge da cidade, enquanto o Sargento Cross continua sua perseguição. Em Carbon você está indo para Palmont City e é visto por Cross, não mais sargento, mas sim caçador de recompensas. Cross faz você bater com seu carro e quando vai te prender chega um antigo amigo, Darius, que paga ao antigo policial para que te libere, em troca Darius quer que você trabalhe para ele e lhe consegue um novo carro. Você então, começa a correr pela cidade contra as equipes rivais de Darius e tomando territórios para si mesmo.

Neste episódio você corre com objetivos diferentes de Most Wanted em que, você tinha que correr fugindo dos policiais para ser o mais famoso e procurado da cidade. Em Carbon você corre para dominar as áreas da cidade, são quatro grandes territórios, a medida que você avança ganha pontos, prêmios, cartões de recompensa, desbloqueia acessórios e carros, aumenta seu nível de procurado pela polícia, contrata membros de equipe e mais importante vai saber a verdade, sobre o que aconteceu na época em que teve que fugir da cidade e os verdadeiros planos de Darius.Precisa de velocidade?

Além disso, você agora não corre mais sozinho, com o avanço no game desbloqueia companheiros para fazerem parte de sua equipe, tendo importantes aliados durante o decorrer das corridas. Esses companheiros, tem funções diferentes e são bem úteis na hora de tunar seu carro, comprar peças, bloquear adversários, ensinar atalhos e dar uma ajuda ao aumentar a velocidade durante a corrida.

Com um visual agressivo, muito bem trabalhado em detalhamento nos mapas e pistas, ele chega a ser mais pesado que Elder Scroll Oblivion, Company of Heroes e Fear, quando jogado em placas de alto desempenho, com alta resolução e alta qualidade gráfica ele mostra a que veio e o que tem por baixo dos panos. Todos esses jogos têm qualidade gráfica acima da média dos games atualmente disponíveis no mercado, portanto, o jogador pode se dar por satisfeito com o produto final que a EA ofereceu aos seus clientes desta vez. No quesito gráfico Need for Speed Carbon é top de linha da indústria gamer mundial.

Outra coisa que me impressionou foi a quantidade de peças e carros licenciados para fazerem parte de Carbon, desde marcas de peças de tunados do mundo real até as marcas de carros mais desejados do mundo. Ainda sinto falta de alguns carros que a EA perdeu a franquia no game como as Ferraris, mas voltaram alguns esquecidos em versões anteriores como os Lamborghinis e os Porsches.

No jogo encontramos 3 classes de veículos: os tunáveis, os músculos e os exóticos. Nos tunáveis encontramos as características de carros que são bons de curvas e englobam a maioria das marcas Japonesas. Os músculos são os famosos carros da era de ouro de Detroit, com carros que eram muito rápidos e que consumiam excessivos litros de combustível, mas que chegam a velocidades finais impressionantes. Finalmente, os exóticos, que são os mais possantes carros do mundo, com motores assustadores e que exigem uma habilidade especial do piloto para dirigir, nesta categoria encontraremos os carros como Mercedes, Porsche e Lamborghini.

Carros de Need for Speed Carbon

Os carros de NFS Carbon foram dividimos eles em 4 grupos, cada grupo com suas características, modelos, aceleração, preço e utilidade. Veja um detalhe do Need for Speed

São 13 carros da linha Tunáveis no jogo, podem ser vistos em algumas ruas e avenidas brasileiras, todos os modelos estão disponíveis para venda no País (rodam nas ruas todos os dias), seus preços variam de 60 a 200.000,00 reais:

1. Mazda Speed3
2. Mazda RX7
3. Mazda RX8
4. Mitsubishi Eclipse GSX
5. 2006 Mitsubishi Eclipse GT
6. Mitsubishi Lancer Evolution IX MR
7. Nissan 240SX
8. 2006 Nissan 350Z
9. 1999 Nissan Skyline GT-R R34
10. 2005 Renault Clio V6
11. Subaru Imprenza WRX STI
12. 1998 Toyota Supra
13. 2006 Volkswagen Golf R32
14. 1999 Mitsubishi Eclipse

São 16 carros Conceito, chamados no jogo de carros Exóticos, também tunáveis, mas qualquer belezura dessas poderia ficar simplesmente no original para não perderem o fator “máquinas dos sonhos”. Alguns são raros, mas também são vistos aqui no Brasil. Por exemplo, um dos mais baratos carros dessa seleta lista é o 2003 BMW M3 GTR, cuja versão Street 2001 custa a bagatela de 250 a 252.000 dólares no mercado internacional.

Nissan Skyline GT-R R34 essa é máquina top dessa seção é a fera dos veículos de série, chega a 250 kph, ele de série é claro, sem as mexidas que vamos dar nele, chegando da fábrica com 276 cavalos a 6800 rpm, seis cilindros em linha e turbo é claro. Faz de 0-100 em 5,2 segundos. Esse bichão pode ser nosso pela pagatela de 89.500 dólares. Baratinho certo?

Já a Lamborghini Murciélago, com seu motor V12 de 6,5 litros turbinado e que chega de 0-100 e apenas 3,3 segundos, 640 cavalos a 8000 rpm, isso graças ao controle de tração eletrônico herdado da Ferrari, chegando a 343 kph, isso tudo custa nada mais nada menos que U$ 300.000,00… Pode? Pode, basta querer e esperar de 2 a 4 anos até receber o seu.

1. 2006 Alfa Romeo Brera
2. Aston Martin DB9
3. Audi Le Mans quattro
4. 2003 BMW M3 GTR
5. 2005 Ford GT
6. Jaguar XK
7. Koenigsegg CCX
8. Lamborghini Gallardo
9. 2004 Lamborghini Murciélago
10. Lamborghini Murciélago LP640
11. 2004 Lotus Elise
12. 2004 Mercedes-Benz SLR McLaren
13. 2005 Mercedez-Benz CLK500
14. 2005 Mercedes-Benz SL65 AMG
15. Porsche Carrera GT
16. Porsche Cayman S

Nos Músculos encontramos os possantes carros de marcas lendárias da história do automobilismo. Carros que contam histórias, carros com vínculo afetivo com seus proprietários e que são a alegria de quem é capaz de possuí-los, são verdadeiras lendas sobre rodas.

1. Chevrolet Camaro Concept
2. Chevrolet Camaro SS
3. 1970 Chevelle SS
4. 2006 Corvette Z06
5. 2006 Chrysler® Hemi® 300C® SRT8
6. Dodge Challenger Concept
7. 1969 Dodge Charger R/T
8. Dodge Charger SRT8
9. Dodge Viper SRT-10
10. 2006 Ford Mustang GT
11. 2007 Ford Shelby GT500
12. 1967 Shelby GT500 o famoso (a Eleonor)
13. 1970 Plymouth® Hemi® Cuda
14. 2005 Vauxhall Monaro VXR

Carros Especiais

Police Civic Cruiser
Police Interceptor
Police Rhino

Vai encarar!!!

Baixe aqui o DEMO do Jogo e pise fundo no acelerador

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Vote em Counter Strike para Rei da cocada preta dos games PC

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4. Counter-Strike
Counter-Strike
é um “mod” (uma modificação) de Half-Life para jogos online. É basicamente um jogo deCounter Strike print screen tiro em primeira pessoa onde equipes (teams) de anti-terroristas (contra-terroristas) e terroristas combatem. O jogo requer muita estratégia e trabalho de equipe para ser um vencedor.

Counter-Strike se tornou o jogo de ação número um do planeta. Nele você se envolve em um incrível contra-terrorista ou terrorista de guerra, em um jogo-tema selvagem e popular. Escolhendo ser um contra-terrorista ou um terrorista você se alia com os times respectivos para completar missões estratégicas. Vocês devem eliminar sítios inimigos, resgatar reféns, etc. O seu exemplo na missão afeta o sucesso do seu time.

Tela do Counter StrikeAlém de ser tratado como o jogo mais popular, Counter-Strike frequentemente recebe créditos por ter popularizado os jogos de times nos games online. Ele é considerado o grande responsável pela popularização das LAN Houses no mundo. CS apareceu em 1999 como uma modificação de Half-life e passou a ser um acessório fixo em todos as máquinas dos gamers antes mesmo de ser oficialmente lançado pela Sierra em 2000.

O jogo de ação online mais popular do planeta ganharia logo depois algumas mudanças significativas, nascendo a versão 1.6 de Counter Strike . Esta versão ganhou alguns extras nos movimentos e nas cenas. Ganhou também um novo mapa, de_airstrip, que é ótimo de jogar, mas não é muito bom para usar em uma aliança. Ele atrapalha em jogos 5vs5 e não oferece rotas rápidas dentro dos sítios de bombas.

Ambos os rifles desta versão são essencialmente mais suaves que o AK47 e o Colt. Eles custam bem menos, tem um relativo e exato padrão de tiro e fazem aproximadamente duas vezes e meia mais estragos que o MP5. Fire in the hole!!! Counter Strike…

CS 1.6 inclui diversas resoluções de wide-screen. Se você tiver vontade, e hardware para isso, você pode usar a resolução 2048×1536. O menu de VoiceCom permite a você testar facilmente o nível do volume do seu fone.

Anos depois da criação da versão 1.6 , Counter-Strike ganhou uma versão com gráficos ainda mais atualizados, baseada em uma nova tecnologia, chamada de Counter-Strike: Source.


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Tibia… Vote em Tíbia para Rei da cocada preta dos games PC

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5. Tibia
Tibia é um jogo online e gratuito onde você viverá num mundo medieval repleto de aventuras, magias e grandes batalhas. Em sua jornada sem fim pelo fantástico mundo de Tibia você assume o papel de um aventureiro corajoso, explora um mundo mágico e misterioso, além de fazer amizade com jogadores do Tibia seria o game rei da cocada preta? Não sei mesmo, muita gente joga este rpg que graficamente, putz.. Mas parece extremamente viciante… mundo todo.

O seu personagem pode ter uma destas quatro vocações: ser um corajoso cavaleiro, um sagaz paladino, um misterioso druída ou um poderoso feiticeiro. Depois que você escolher a vocação pode começar a personalizá-lo com o visual que você quiser, desenvolver habilidades e muita magia. Visite cidades alvoroçadas, florestas misteriosas e masmorras horrendas recheadas de criaturas temerosas como orcs, dragões e demônios mortais.

Tibia é totalmente gratuito: não possui custos ocultos ou período de teste e até mesmo numa conexão lenta com a Internet é possível jogá-lo. Não se deixe enganar pelo tamanho do arquivo, pois Tibia é um excelente jogo online e vale um alerta: ele é extremamente viciante!

Quer fazer o download do jogo, ele é freeware, ou seja grátis? Clique aqui! Link do Baixaki

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